Ao lidar com banco de dados, as empresas devem entender que situações de risco sempre podem acontecer. Por isso, ter um planejamento de recuperação de desastre é uma medida de ordem na hora de minimizar os danos provenientes de falhas e inconsistências na gestão da informação.

Mas administrar grande volume de dados não é tarefa simples: os profissionais da área necessitam monitorar constantemente o ambiente para evitar possíveis falhas na segurança e integridade das informações.

Mas e quando os desastrem ocorrem, o que fazer? É o que vamos explicar no post de hoje! Continue a leitura e confira 3 fatores para levar em consideração nessa hora:

A metodologia de replicação de dados adequada

Ter à disposição um software específico de replicação de dados é, sem dúvida, uma alternativa bastante interessante para planejar a recuperação de desastres. Esses sistemas trabalham fazendo a duplicação de dados entre diferentes servidores e movimentando-os de forma integrada nos bancos de dados.

Em outras palavras, esse tipo de tecnologia funciona realizando um verdadeiro backup das informações do servidor-fonte para um servidor auxiliar (backup). Toda essa atividade é realizável e monitorável a partir de interfaces remotas e organizadas, disponibilizadas por softwares.

Há também a possibilidade de utilizar a replicação via storage. Aqui, a base da operação é realizada por meio do hardware, de modo que os discos de armazenamento ligados aos servidores trabalham em regime de redundância, armazenando os dados da empresa em segurança.

Relação custo-benefício

Muitos empresários, ao serem abordados sobre a temática da recuperação de desastres, afirmam que o planejamento se mostra muito oneroso — o que pode até ser verdade —, mas é plenamente possível desenvolver estratégias eficientes sem comprometer as finanças da organização.

O primeiro passo é elaborar uma análise de impacto da indisponibilidade de dados para a empresa. Avaliando todos os prejuízos que esse tipo de ocorrência pode causar nas atividades da companhia, torna-se mais fácil e precisa a classificação de criticidade e importância de cada elemento, orientando a elaboração do plano de recuperação para focar mais naquilo que é crucial. Isso direciona melhor os recursos e o tempo.

Tempo é dinheiro!

Esse é um dos principais pontos a se considerar na hora de decidir implementar um planejamento de recuperação de desastre. As empresas dependem da fluidez das suas operações, assim como da segurança e integridade das suas informações para se manterem em atividade.

Desse modo, negligenciar o plano de contingências é, também, negligenciar a importância da eficiência para o sucesso da organização. Interromper as atividades em razão de desastres afeta diretamente a produtividade e a lucratividade da empresa. 

Além disso, um tempo precioso terá que ser gasto na tentativa de superar os problemas, sendo que tudo poderia ter sido feito com antecedência.

Por fim, fica claro o quão importante é para as empresas possuírem um planejamento de recuperação de desastre. Desde a adaptação da infraestrutura, com a aquisição de novas soluções para melhorar esse quesito, até o investimento em capacitação dos funcionários, tudo deve ser minuciosamente considerado.